Quanto cobrar por hora de serralheria: a conta do custo da sua hora em 2026
A hora de mercado começa em R$ 70 e passa de R$ 100 nas capitais em 2026, mas esse não é o seu preço. Aqui está a conta inteira, com exemplo numérico fechado e quanto você perde por hora cobrando abaixo do custo.
Conteúdo da engenharia da Neder. Anos de obra em cobertura, pergolado e estrutura metálica, escrito por quem executa, pra você cobrar e instalar com segurança.
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A hora de serralheiro no Brasil está sendo praticada entre R$ 70 e R$ 90 na média nacional em 2026, passando de R$ 100 nas capitais. Só que esse número não é o seu preço, é a média de gente que também está chutando. O seu sai de uma conta só: some o custo fixo do mês, a folha com encargos, o seu pró-labore e o consumível de bancada, divida pelas HORAS PRODUTIVAS do mês (que não são as horas trabalhadas), e só então acrescente imposto e margem. No exemplo fechado mais abaixo, uma oficina de duas pessoas chega em R$ 98 a hora. Quem tem essa mesma estrutura e cobra R$ 70 está perdendo R$ 20 mil por ano sem saber.
Quanto se cobra por hora de serralheria hoje?
Antes de fazer a sua conta, vale saber onde o mercado está. Estas são as faixas que circulam no Brasil em 2026, levantadas em setembro deste ano em portais de contratação e de conteúdo do setor:
| Forma de cobrar | Faixa praticada em 2026 |
|---|---|
| Hora de serralheiro, média nacional | R$ 70 a R$ 90 |
| Hora em capital (SP, RJ) ou solda especializada | a partir de R$ 100 |
| Diária de serralheiro | R$ 350 a R$ 600 |
| Taxa mínima de visita ou serviço rápido | R$ 100 a R$ 150 |
| Deslocamento por km rodado | R$ 0,50 a R$ 0,80 |
Por que a hora de mercado não pode virar o seu preço?
Porque a hora do vizinho carrega o galpão dele, o ajudante dele e a dívida dele. Duas oficinas na mesma rua podem ter custo por hora com 40% de diferença: uma paga aluguel de galpão, a outra trabalha no fundo de casa. Copiar o número de fora é o mesmo erro de multiplicar material por dois, que já está detalhado em como precificar serviço de serralheria. A hora certa é uma conta de divisão, e o denominador dela é onde quase todo mundo erra.
Qual a diferença entre hora trabalhada e hora produtiva?
Hora trabalhada é a hora que você está na oficina. Hora produtiva é a hora que você consegue cobrar de alguém. Um mês tem cerca de 22 dias úteis, o que dá 176 horas por pessoa em jornada de 8 horas por dia, ou seja, 40 horas semanais. É essa a premissa da tabela abaixo, para você e para o ajudante: se vocês cumprem as 44 horas da CLT, com o sábado de manhã, a base contratada sobe para cerca de 191 horas no mês e é só refazer a mesma subtração em cima delas. O que não muda é que ninguém fatura as horas contratadas. A metodologia usada na gestão de oficina considera aceitável perder 20% da jornada só com organização, espera de material e retrabalho, sobrando 140 horas vendáveis. Na serralheria o buraco é maior, porque o dono ainda faz orçamento, visita, compra de material e deslocamento, e nada disso entra na nota.
| Para onde vai a hora do mês | Dono | Ajudante |
|---|---|---|
| Horas contratadas (22 dias x 8 h, jornada de 40 h semanais) | 176 h | 176 h |
| Orçamento, visita e atendimento | -30 h | 0 h |
| Compra de material, banco e burocracia | -16 h | -4 h |
| Deslocamento não faturado | -12 h | -12 h |
| Retrabalho e garantia | -10 h | -8 h |
| Organização, limpeza e manutenção de máquina | -8 h | -22 h |
| HORAS PRODUTIVAS (faturáveis) | 100 h | 130 h |
Como medir as suas horas produtivas sem chutar?
Não precisa de sistema nem de planilha bonita. Precisa de três semanas de honestidade:
- 1Anote no celular, todo fim de dia, quantas horas você passou EM CIMA DE UMA PEÇA que tem cliente e valor combinado.
- 2Anote separado o que não tem dono: orçamento, visita, compra de material, deslocamento, retrabalho de garantia, limpeza.
- 3Faça isso por três semanas cheias, incluindo uma semana ruim. Semana boa sozinha mente.
- 4Some as horas faturáveis, divida por três e multiplique por 4,3 pra ter o mês.
- 5Repita a medição a cada seis meses. Quando o volume de orçamento cresce, a hora produtiva CAI, e o seu preço tem que subir junto.
Quase todo serralheiro que faz essa medição pela primeira vez descobre entre 95 e 130 horas produtivas por pessoa, não 176. É um choque saudável, e é a partir desse número que a conta inteira funciona.
Quanto custa a sua oficina por mês, mesmo parada?
Esse é o bolo que a sua hora precisa pagar antes de você ganhar qualquer coisa. Exemplo realista de uma serralheria de dois homens com galpão de 120 m² numa cidade média:
| Custo fixo mensal | Valor no exemplo |
|---|---|
| Aluguel do galpão (120 m²) | R$ 2.500 |
| Energia elétrica (conta cheia: iluminação, escritório e máquinas) | R$ 650 |
| Água, internet e telefone | R$ 320 |
| Contador | R$ 450 |
| Seguro do galpão e do veículo | R$ 380 |
| Manutenção de máquina e reposição de ferramenta | R$ 350 |
| Veículo (combustível, IPVA, manutenção) | R$ 900 |
| Site, anúncio e software | R$ 300 |
| TOTAL FIXO | R$ 5.850 |
O aluguel é o item que mais muda a sua hora de cidade pra cidade. Um índice de fevereiro de 2026, montado com mais de 8.700 anúncios em 18 cidades, dá esta referência para galpão de até 1.000 m², por m² e por mês:
| Cidade | Aluguel de galpão até 1.000 m² (R$/m² por mês) |
|---|---|
| São Paulo | R$ 41,51 |
| Curitiba | R$ 29,48 |
| Campinas | R$ 27,06 |
| Belo Horizonte | R$ 23,62 |
| Rio de Janeiro | R$ 20,43 |
| Goiânia | R$ 20,01 |
| Fortaleza | R$ 19,20 |
| Caxias do Sul | R$ 19,00 |
Repare no que isso significa: o mesmo galpão de 120 m² custa R$ 4.981 em São Paulo e R$ 2.304 em Fortaleza. São quase R$ 2.700 de diferença que caem em cima das suas horas produtivas todo mês. Só esse item já muda a hora em mais de R$ 25 numa oficina de 100 horas.
Quanto custa de verdade um ajudante CLT?
Nunca é o salário. Segundo os dados do CAGED atualizados em 03/09/2026, o ajudante de serralheiro tem média nacional de R$ 2.449,33 por 44 horas semanais, com piso médio de R$ 2.698,30. Em cima disso entra a carga que a maioria esquece. Empresa do Simples Nacional não paga o INSS patronal separado, porque ele já está no DAS, mas ainda assim carrega:
| Linha do custo | % sobre o salário | No exemplo (salário R$ 2.450) |
|---|---|---|
| Salário base | 100% | R$ 2.450 |
| FGTS | 8,00% | R$ 196 |
| Provisão de 13º | 8,33% | R$ 204 |
| Provisão de férias + 1/3 | 11,11% | R$ 272 |
| FGTS sobre 13º e férias | 1,56% | R$ 38 |
| Provisão de multa rescisória | 3,82% | R$ 94 |
| Vale-transporte, EPI e exames | variável | R$ 320 |
| CUSTO REAL POR MÊS | cerca de 146% | R$ 3.574 |
A base fixa de encargos do Simples é 27,44% (FGTS, 13º, férias e o terço). Com o FGTS que incide sobre 13º e férias, mais a provisão de multa rescisória, passa de 32%. Somando vale-transporte, EPI e exames, o ajudante de R$ 2.450 custa perto de R$ 3.600. Quem coloca R$ 2.450 na planilha está errando o custo da própria hora em quase 50% na linha da folha.
O seu pró-labore entra na mesma lógica: é custo da empresa, não sobra. O mínimo legal é um salário mínimo, que em 2026 é R$ 1.621, e sobre ele incide 11% de INSS, com teto de contribuição de R$ 8.475,55 (ou seja, no máximo R$ 932,31 por mês). Se você tira dinheiro do caixa sem lançar pró-labore, a sua hora está saindo barata porque você mesmo está fora da conta.
Quanto some de consumível por hora de bancada?
Disco, eletrodo, arame e gás não são fixos: eles andam com a hora de bancada. A energia fica de fora desta tabela de propósito. Ela já entrou inteira na conta de luz do custo fixo ali em cima, e colocar de novo aqui seria contar a mesma energia duas vezes, inflando o seu preço por engano e fazendo você perder obra sem motivo. Esta é a faixa por hora, com preços de referência levantados em setembro de 2026 em lojas brasileiras:
| Consumível | Preço de referência (09/2026) | Custo por hora de bancada |
|---|---|---|
| Disco de corte 4.1/2 pol | caixa com 25 por volta de R$ 62 (cerca de R$ 2,50 cada) | R$ 0,50 a R$ 1,50 |
| Disco de desbaste e flap | R$ 8 a R$ 20 a unidade | R$ 0,50 a R$ 1,20 |
| Eletrodo E6013 | a partir de R$ 20/kg, chegando a R$ 35/kg em embalagem pequena | R$ 1,25 a R$ 5,00 |
| Arame MIG ER70S-6 + gás | rolo de 15 kg por volta de R$ 320, mais a recarga do cilindro | R$ 2,00 a R$ 6,00 |
| Broca, serra, lixa, estopa, retoque de tinta e miudeza de bancada | variável | R$ 1,00 a R$ 2,50 |
| TOTAL POR HORA (eletrodo ou arame, não os dois, e sem energia, que já está no custo fixo) | R$ 4 a R$ 10 |
Uma inversora de 200 A puxa perto de 7.000 W (cerca de 8 kVA) com ciclo de trabalho de 60%. Ela não fica ligada o dia inteiro no arco, mas somada à policorte, à esmerilhadeira e ao compressor, uma oficina de dois homens queima com facilidade de 6 a 14 kWh por dia. Com a tarifa entre R$ 0,85 e R$ 1,10 o kWh já com impostos, isso dá de R$ 110 a R$ 340 por mês só de máquina, e é essa parte que engorda a conta de luz que você já lançou lá no custo fixo. Se você quiser o seu número exato de consumível em vez da faixa, some as notas de disco, solda e gás dos últimos três meses e divida pelas horas produtivas do mesmo período. É a conta mais honesta que existe, e leva quinze minutos.
Como entram imposto e margem no preço da hora?
Imposto e margem não se somam no fim, se aplicam por dentro. Se você é MEI, o teto continua em R$ 81.000 por ano em 2026 e o DAS fica entre R$ 82,05 e R$ 87,05 por mês, valor fixo que entra como custo fixo, não como percentual. Se você é ME no Simples, a serralheria que fabrica (CNAE 2542-0/00) cai no Anexo II, que começa em 4,5% na primeira faixa e não usa Fator R. Confirme o seu anexo com o seu contador antes de travar a conta, porque instalação e obra podem cair em anexo diferente.
Exemplo completo: a hora da Serralheria do Zé
Zé é o dono, tem um ajudante CLT e o galpão de 120 m² do exemplo. Juntando tudo o que já foi levantado acima, a conta fecha assim:
| Etapa da conta | Valor |
|---|---|
| Custos fixos do mês | R$ 5.850 |
| Ajudante CLT com encargos e benefícios | R$ 3.574 |
| Pró-labore do Zé (R$ 5.000) + INSS de 11% | R$ 5.550 |
| CUSTO MENSAL TOTAL | R$ 14.974 |
| Horas produtivas (Zé 100 h + ajudante 130 h) | 230 h |
| Custo por hora produtiva | R$ 65,10 |
| + consumível de bancada (parte alta da faixa: o Zé solda MIG quase todo dia) | R$ 9,00 |
| CUSTO DIRETO DA HORA | R$ 74,10 |
| Preço com imposto de 4,5% e margem de 20% | R$ 98,15 |
R$ 98 a hora. Esse número assusta quem está acostumado a falar R$ 70 no telefone, mas ele é o que a estrutura do Zé exige. E olha que a conta está enxuta: não tem prejuízo de obra errada, não tem inadimplência, não tem provisão pra trocar a inversora e não tem um mês fraco de fevereiro. Se você quiser rodar essa conta com os SEUS números em vez dos do Zé, a calculadora de preço por hora de serralheria faz a divisão pra você.
Quanto você perde por hora cobrando abaixo do custo?
Aqui é onde o assunto para de ser teoria. Com o custo direto de R$ 74,10 e o imposto de 4,5%, o ponto de empate do Zé é R$ 77,59 a hora (74,10 dividido por 0,955). Abaixo disso, cada hora de bancada tira dinheiro do bolso dele. Nas 230 horas produtivas do mês:
| Hora cobrada | Sobra por hora depois do imposto | Resultado no mês (230 h) | No ano |
|---|---|---|---|
| R$ 60 | R$ 57,30 contra R$ 74,10 de custo | PERDE R$ 3.864 | PERDE R$ 46.368 |
| R$ 70 | R$ 66,85 contra R$ 74,10 de custo | PERDE R$ 1.667,50 | PERDE R$ 20.010 |
| R$ 77,59 | sobram R$ 74,10 e empata | R$ 0 | R$ 0 |
| R$ 88 | R$ 84,04 contra R$ 74,10 de custo | GANHA R$ 2.286,20 | GANHA R$ 27.434 |
| R$ 98,15 | R$ 93,73 contra R$ 74,10 de custo | GANHA R$ 4.514,90 | GANHA R$ 54.179 |
Repare que a diferença entre cobrar R$ 70 e cobrar R$ 98 não é 40% a mais de faturamento: é a diferença entre perder R$ 20 mil e ganhar R$ 54 mil no ano. Em cima da mesma bancada, das mesmas mãos e do mesmo aço. Quem cobra R$ 60 e vive dizendo que trabalha muito e não sobra nada não está sendo azarado. Está financiando o cliente.
Cobrar por hora, por m² ou por peça?
A hora é a sua ferramenta interna de medida, não necessariamente o formato que vai no orçamento. O cliente final quase sempre prefere preço fechado. A regra prática:
- Manutenção, reparo, solda avulsa e serviço imprevisível: cobre por hora ou por diária, com mínimo de deslocamento.
- Peça repetida e conhecida (portão, grade, corrimão): cobre fechado, usando a hora só pra calcular por dentro, como está detalhado em quanto cobrar por um portão de garagem.
- Cobertura e estrutura: cobre por m² ou por obra fechada, porque o cliente já compara nesse formato e o vão é o que manda no custo.
- Obra longa fora da cidade: cobre por diária com deslocamento e hospedagem à parte, nunca embutido.
- Serviço na casa do cliente com hora aberta e sem escopo: é a receita do prejuízo. Feche escopo ou feche pacote de horas.
Mesmo quando o preço vai fechado, é a hora que diz se aquele fechado presta. Se você orçou um portão em R$ 3.200 e ele consumiu 40 horas de bancada, você vendeu a sua hora por R$ 80 menos o material. Sem a hora calculada, você não tem como saber se aquilo foi bom negócio ou não. Em cobertura, onde o preço quase sempre sai por m², vale bater o seu fechado contra a calculadora de preço de cobertura por m² antes de mandar a proposta.
Como subir o preço da hora sem perder cliente?
- 1Nunca anuncie o valor da hora solto no WhatsApp. Anuncie o serviço com escopo, prazo e garantia. Hora nua vira comparação de preço na hora.
- 2Suba em degraus. Reajuste de 8% a 12% em obra nova quase não gera atrito. Salto de 40% de uma vez gera.
- 3Suba primeiro no cliente novo e no serviço em que você é claramente melhor (solda de inox, estrutura, acabamento fino).
- 4Entregue proposta escrita e no mesmo dia. Preço maior com proposta profissional fecha mais que preço menor por áudio, e um modelo de orçamento pronto resolve isso sem você virar digitador.
- 5Mostre o que está incluso, item por item. O cliente não recusa o seu preço, ele recusa o preço que ele não entendeu.
- 6Recuse serviço abaixo do custo mesmo com a agenda vazia. Hora vazia custa o fixo. Hora abaixo do custo custa o fixo mais o prejuízo.
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Perguntas frequentes
Quanto cobrar por hora de serralheria em 2026?+
O mercado brasileiro pratica de R$ 70 a R$ 90 na média nacional e passa de R$ 100 em capital, mas isso é referência, não preço. O seu número sai do custo mensal total dividido pelas suas horas produtivas, mais imposto e margem por dentro. Numa oficina de dois homens com galpão alugado, esse cálculo costuma cair entre R$ 90 e R$ 110. Quem trabalha no fundo de casa, sem folha e sem aluguel, chega bem abaixo disso e ainda lucra.
Como calcular o valor da hora de serralheiro passo a passo?+
Some tudo que a empresa gasta no mês: fixos, folha com encargos e o seu pró-labore. Divida esse total pelas horas produtivas do mês, não pelas horas trabalhadas. Some o consumível por hora de bancada, que fica entre R$ 4 e R$ 10 quando a energia já está lançada no custo fixo. No fim, divida o resultado por (1 menos a alíquota do imposto menos a margem que você quer), porque somar imposto e margem por cima entrega menos do que você imagina.
Quantas horas produtivas tem o mês de uma serralheria?+
Bem menos que as 176 horas contratadas de uma jornada de 8 horas em 22 dias (quem faz as 44 horas semanais da CLT parte de cerca de 191 horas). A referência de gestão de oficina já considera aceitável perder 20% da jornada, sobrando 140 horas. Na serralheria, com orçamento, visita, compra de material, deslocamento e retrabalho por cima, o dono normalmente fica entre 95 e 110 horas faturáveis, e o ajudante entre 120 e 135. Meça as suas por três semanas antes de acreditar em qualquer número de fora.
O que entra no custo de um funcionário além do salário?+
No Simples Nacional, a base fixa é 27,44% de FGTS, 13º, férias e o terço constitucional, já que o INSS patronal está embutido no DAS. Com o FGTS que incide sobre 13º e férias e a provisão de multa rescisória, o total passa de 32%. Somando vale-transporte, EPI e exames, um ajudante de R$ 2.450 custa perto de R$ 3.600 por mês. Fora do Simples, os encargos patronais de cerca de 27% se somam a isso.
Vale a pena cobrar por hora ou fechar preço por serviço?+
As duas coisas ao mesmo tempo. Calcule por hora sempre, para saber o seu custo real, e apresente fechado quase sempre, porque é o que o cliente final entende e aceita. A cobrança por hora aberta faz sentido em manutenção, reparo e serviço sem escopo definido. Em peça conhecida, o preço fechado protege você da desconfiança do cliente e protege o cliente da sua estimativa otimista de tempo.
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